É com júbilo que hoje declaro-me mais um cidadão desempregado.

Agradeço minha experiência prévia, foi de grande aprendizado. Agradeço aos meus gestores, foram justos e complacentes. Agradeço a mim. Amadureci.

Amanhã posto algo mais profundo em relação a isto.

Por enquanto….seguem alguns “jobs” fantasmas que foram desenvolvidos durante a faculdade.

Campanha “VEET” Passarela de Praia.

Anúncio Impresso

 

Em ordem, os anúncios são: Anúncio Impresso (1pág), Sticker, Wobbler, Faixa de Gôndola e Hot Site.

 

Obrigado!

Inserção do quê?

Posted: 07/02/2011 in Pensamentos

Tempo ocioso é uma merda.

Quando se está parado, é ai que começam as cobranças.

O que fazer neste tipo de momento? Segue a pergunta retórica.  No meu caso, paro, visito algum lugar interessante, na internet, é claro, leio algo cultural e significante, algo que possa vir a ser útil em alguma conversa de boteco ou como referência. Depois… Bom, uma coisa que nunca falha é o poder de auto-perdão e preservação da consciência de cada um, e sim, é aquela consciência parecida com o grilo falante do Pinóquio… Concluindo, depois de minha visita à porta da cultura, pratico (eu e o brasil) a célebre masturbação mental, ou seja, visito  sítios dos blogueiros infames e me divirto por alguns instantes com um entretenimento de 5ª categoria. O tipo de humor Chevy Chase mesmo, cheio de desastres e estripulias.

Ao fim desta Odisséia, volto à minha cobrança pessoal.

Sou uma comédia então, não? Eu, vc, eles, nos ludibriamos freqüentemente no dia-a-dia. Quando lavo louças, por exemplo, um bem estranho, é claro que é uma rara ocasião, mas vejam só: quando tem muita louça, visto a camisa de pró meio ambiente, viro um eco-chato e completo todas com uma boa camada de espuma de detergente, empilho toda a louça e, por fim, quando estão todas prontas para serem enxaguadas, ligo a torneira e finalizo meu trabalho. Agora, quando tem 2 pratos e 1 copo, outro exemplo, não dou a mínima, deixo a torneira aberta e começo a fazer tudo ao mesmo tempo. Para economizar tempo mesmo…

E qual é meu ponto afinal?

Nem um. Na verdade acho que nada de moralista possui este meu argumento, inclusive pode até ser considerado como uma estúpida tentativa de educar-vos e a mim. Oras, somos todos mestres da hipocrisia! Até Jesus já deve ter cometido uma dessas quando pego despercebido… Exagerei, a intenção é a que vale.

Mas o que é muito louco, é que nós estamos sempre nos perdoando, e aceitando as “pisadas na bola”. Já se foi aquele tempo em que a fibra moral era algo de valor. Hoje, existe tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo, que ninguém presta 100% de atenção no que os outros dizem. E isto pode ser considerado um benefício, quando caímos na contradição, ninguém percebe. Bom….eu percebo, pelo menos os meus momentos, de proeza derrocada.

Já parou pra pensar em quantas vezes cometeu este tipo de coisa? Perdeu a conta? Se não….é um mentiroso contumaz, ou, Chuck Norris.

Por arbitrariedade poderia considerar isto como um buraco na Inteligência. Ou uma inserção de burrice.

Eis meu exemplo favorito: No edifício em que trabalho, no que resido e nos demais, periodicamente, todos os extintores devem vistoriados, por questões de manutenção. Já os bombeiros, ou quem administra este tipo de coisa (acredito que sejam os bombeiros mesmo) retiram todos de uma vez, todos, com a finalidade de acelerar o processo, ou poupar mais de uma viagem. Então ficamos um dia inteiro vulneráveis a um incêndio. Eu sei que não é a coisa mais comum do mundo, um edifício pegar fogo, mas não é uma tremenda burrice? Se pegar, fudeu (achei engraçado agora, o auto-correct opotou por Fídel ao invés dessa palavra…dá na mesma).

Culpa do buraco na inteligência, ou inserção de burrice… Deve ser algum momento de falta de oxigênio sabe… uma falha instantânea na matriz.

É o mesmo que apertar o botão do controle remoto com força, quando está sem bateria, quando pausamos uma musica e uma hora depois percebemos que ela ainda está pausada, quando entramos na farmácia apenas para nos pesar, no fim do ano dizer sempre que o ano passou rápido, responder “não” quando alguém lhe pergunta se está “tudo bem” apenas para puxar assunto, tentar encarar o sol sem óculos escuros para ver a diferença…….e assim vai.

Eu acho que devíamos achar isso uma coisa bonita, no final das contas. Pois mostra o quanto no fundo, somos iguais. Pessoas apenas.

Vamos ver aonde cheguei. Quando estamos sozinhos, nos cobramos. Quando nos cobramos, resolvemos tomar atitude (a maioria, seria melhor se nunca fossem tomadas). Quando tomamos atitude, nos perdoamos. Quando perdoados, somos livres para fazer o que quisermos. Quando livre para fazer o que quisermos, fazemos merda. Quando estamos sozinhos, lembramos que fizemos merda.

É o ciclo mais estúpido que já imaginei. Mas é exatamente como ocorre nas grandes maiorias.

Então hoje fecho meu post com uma conclusão que se equipara a elaboração do texto. Bonita, um pouco desfalcada e irônica.

Eu queria escrever mais sobre isso, dá pra fazer um livro até….mas no momento não estou com muito tempo livre. Tenho alguns sites culturais que quero ver. E bobagens, é claro.

Oras…..falo muito sério.

E você? Já cometeu alguma inserção de burrice hoje?

Eu Tb não…

“Vamos exercitar a mente hoje”, pensei.

Em uma das minhas grandiosas e “culturais” navegadas pela nossa querida rede, encontrei uma imagem que me chamou atenção. Na verdade, acredito que muitas pessoas já se deparam com a mesma imagem, que deve ser bem antiga por sinal.

A partir da imagem, resolvi fazer um exercício criativo, montando 3 peças fantasmas de produtos muito diferentes.

Na verdade criei apenas a parte escrita. O exercício é bem simples, peguei a foto, e criei diferentes anúncios para ela, aproveitando a imagem e brincando com o contexto.

Obs. Fiz isso no Paint, ainda não tenho um Mac. Ainda…

Para melhor visualização, basta clicar em cada imagem.

Peça 1 - FAPESP



Peça 2 – Escola PanAmericana de Artes

 

Peça 3 – Ri Happy Brinquedos

Estas foram as mais relevantes.

Mas olha só que legal, dá pra fazer muitos anúncios diferentes com esta imagem. Design e arquitetura então, é um prato cheio.

O propósito do exercício é expor o nível de qualidade e imaginação que a propaganda pode alcançar divulgando 3 coisas completamente diferentes, a partir da mesma peça, ou imagem.

 

Até mais…

 

 

Marketing direto é um privilégio.

Conhece algo mais eficaz que enviar um anúncio informativo e institucional via mala direta?

Sim, provavelmente deve existir, mas hoje, neste post não vem ao caso.

Para deixar claro, os principais objetivos do Marketing Direto são:

Os principais objectivos do marketing direto são:

  • Pesquisa mercado;
  • Identificação de clientes potenciais;
  • Conquistar novos clientes;
  • Fidelização de clientes;
  • Divulgação da marca e dos seus produtos ao público alvo definido;
  • Rentabilização da Força de Vendas
  • Obtenção de resultados mensuráveis;
  • Maximização do lucro.

Além de ser o método mais utilizado, conta com o trabalho criativo da agência. Quanto maior o entrosamento e possibilidades criativas, melhor o trabalho final.

O trabalho abaixo é uma mala direta aos prospects de uma empresa de Recursos Humanos.  Neste caso, criamos toda a identidade da agência a partir do briefing e realizamos nossos cartões de visita.

A empresa tem a finalidade de facilitar o trabalho do funcionário através de benefícios e competência na área de RH. Inclusive, são militantes de responsabilidade social.

O nome “Getah” foi escolhido por nós, o significado da palavra é Seiva, pois além de ser um bom representante do meio ambiente, é o agente que se encarrega de distribuir os nutrientes das árvores, tanto como o RH é o sangue que corre nas veias da empresa.

Acreditamos que um funcionário integrado, torna a empresa forte.

Nosso slogan:

GUETA – funcionário integrado, empresa forte.

Ps. Faço questão de lembrá-los que não manjo de photoshop, etc. Portanto me responsabilizo apenas pelo que está escrito e sua disposição. Está cor verde-limão acabou saindo por acidente.

Alaia

Posted: 18/01/2011 in Trabalhos (Portfólio)

No semestre passado de meu curso acadêmico, tive a oportunidade de trabalhar com grandes futuros profissionais e criamos, juntos, um um veículo de comunicação e algumas peças publicitárias. O veículo é uma revista para surfistas da meia idade, e chama-se ALAIA (nome refere a uma das primeiras pranchas de surf free-style, uma simples tábua de madeira sem quilhas, quase nada de flutuação, muito rápida e infelizmente difícil de entrar na onda..).

Eis a capa e algumas peças publicitárias fantasmas  que criamos para a revista.

Um abrazzzz!!

O soar do tempo…

Posted: 12/01/2011 in Pensamentos

Hoje, gostaria de falar de um assunto que considero mais que priori, tanto presentemente, como ontem, e principalmente, nos de época vindoura. Na verdade, tudo e todos pertencem ao que me refiro, pode ser interpretado de várias formas. Quando precisamos, “ele” nos evita, quando o evitamos “ele” nos alcança. É o apogeu de tudo que existe, é o maior inimigo do homem, da espécie, do mundo. Mas é também considerado um aliado, involuntariamente.

Falo de Tempo.

Tempo… É uma palavra forte quando só, sem frase ou um contexto, na verdade, considero Tempo como um contexto que representa vários em si. Mas chega de enrolar, afinal, se estou falando de tempo, seria contumaz de minha parte fazer você, leitor, perdê-lo.

Em 1905 Einstein publicou a teoria da relatividade, que nos confirma que tempo e espaço são coisas maleáveis, hoje, em 2011, decido refletir sobre isto.

Vivo em São Paulo, uma cidade gigantesca com população abastecida, bem abastecida. Como qualquer cidadão de megalópole, temo a violência e o desemprego. Porém, confesso que meu maior medo e, inimigo de todos, é o tempo. Viver em cidade grande não permite desfrutar os luxos do tempo. Na verdade, viver no século XXI igualmente, generalizando, é claro.

Vejamos diferença de percepção temporal entre hoje e outrora.

Antes, escravos dos momentos. Imagine uma comunicação de longa distância, dias se passavam até que uma única mensagem fosse entregue. Viagens, complicado. Imagine as guerras. As marchas eram tão longas, tão prolixas, que no momento do enclave físico os soldados já estavam exaustos e rendidos. Gana não faltava. Em suma: tudo era duradouro, inclusive os dias.

Sentiam tédio. Tédio! Creio que se existe algo que é uma aversão dilema que vivemos agora, é o Tédio. Quem sente tédio nos dias de hoje? Quando digo tédio, não é o “saco-cheio” que preenchido por atividades pífias desaparece sem ao menos afetar-nos. Falo de um tédio maior, algo que somente um hobby fervoroso seria capaz de preencher. O tipo de tédio que se existe, quem o sente provavelmente vive em áreas  menos populosas, como o interior-interior mesmo, do Brasil e do resto do mundo.

Sabe, uma vez viajei para uma cidade do interior, o nome não possui relevância, era bem pequeno mesmo. Neste lugar, quando eu passeava a tarde de carro, via pessoas apreciando o dia dependuradas em suas janelas, diversas vezes, sem mais nada a fazer senão encarar o céu e as ruas vazias da cidade. Pensei eu: “como eu agiria em uma situação destas? Provavelmente ficaria louco!”. A verdade é que encaro este tédio como um talismã, algo raro e necessário, não em demasia, mas em pequenas dosagens. Poucos são aqueles abençoados pelo tédio, a maioria das pessoas simplesmente não vê o tempo passar.

Atualmente, dominamos a técnica de preencher todas as lacunas do tempo. Não existe mais Tempo Livre. Se tivermos este tempo livre, estaríamos aprisionando-o com tarefas ou prazeres. E o tempo de reflexão? Este sim é precioso.  Agora, são precárias as quantidades filósofos e sociólogos fervorosos como antigamente. Gente que realmente produzia a partir de um vazio (talvez porque não partilhavam o conhecimento verídico que temos atualmente). É claro, o mundo mudou, mas e o passado? E o futuro? Sou apenas eu que me preocupo com estas minúcias? Admito, sou um, escravo assíduo e teimoso do tempo, passo os dias de minha vida lutando contra, e caio na contradição quando anseio os finais das semanas, os “descansos” (que me deixam mais cansado), a verdadeira perda de tempo. Esse tipo de coisa me desperta fascínio, sempre procuro saber sobre as datas. Nos filmes, nos livros, nas peças, em obras, tudo mesmo. E, sempre que me deparo com algo legitimamente antigo, paro por alguns minutos e tento imaginar como funcionava o habitual naquele período. Tanto tempo já se passou!

Passaram-se mais de cem anos desde que um gênio descobriu que tempo é relativo, mais de duzentos que houve a grande revolução do homem pela liberdade, quinhentos anos que chacinavam inocentes em nome de deus e da união, mil anos que os chineses inventaram a pólvora, 2 mil e 10 anos que nasceu a figura mais célebre da história, e, meu favorito, 6 mil anos que inventaram a cerveja.  Wow! Isto porque estou contando a partir do que temos certeza, pois o homem produtivo é muito mais antigo.

O Tempo é efêmero. Há quem diga… Àqueles que vivem confinados em rotina abatida, ignóbil, queixam-se da vagareza do mesmo, esperam e cobiçam o dia de seu juízo, um dia virá aquele misericordioso ponto final em suas vidas corriqueiras. Não adianta ficar que nem um zumbi esperando o tempo passar.

Não vamos nos esquecer do fato comum entre todos os seres vivo, o rei dos medos: Envelhecer. É o dilema destruidor de cada dito-cujo, afinal aceitar a velhice não é uma das virtudes do homem. No recente, observamos esta batalha no dia-dia, na mídia, em calçadas da cidade. A mãe que sonha em ser que nem a filha, o pai que usa peruca e anda de conversível, o tio que freqüenta os barzinhos e boates juvenis, e assim vai… O medo de envelhecer.

Uma vez disse um professor meu: “O ser humano não envelhece mais, ele apodrece”. Correto.  Quem ousa dizer o contrário? O fato é que fugir da velhice, além de ser uma defesa maníaca, é um equívoco. Parece-me que a imagem do velho, do antigo hoje permanece manchada. Os anciões, os gurus, estes eram grandes símbolos de sabedoria, hoje são carcaças, comédia, renegam sua finitude, e cada vez mais, agem como jovens novamente,  uma verdadeira insanidade.

Em 1967 Paul Mccartney lançou a música When I’m Sixty-Four (cunhada em 58), esta fala sobre um casal de jovens amantes que fariam planos de envelhecerem juntos. Para um jovem garoto é mais simples imaginar-se no futuro como um idoso cômodo que vive somente para sua companheira, mas é diferente na realidade moderna. Hoje, Paul vive seus 68 anos, muito bem, é claro. Mas fico imaginando, o que este deve sentir quando ouve esta música? E quando fez 64 anos? Seria só nostalgia? Ou há algo mais? O jovem vive como se o envelhecimento, por natural que seja,  nunca virá a bater em sua porta.

O Tempo também nos traz angústia.

O mundo é tão grande e tão pequeno. Pequeno quando queremos adquirir conhecimento. Grande quando queremos presenciá-lo. Sinto incomodado quando vejo algo interessante ocorrendo em algum lugar que não conheço pessoalmente, por exemplo: A Espanha campeã Mundial, a farra nas ruas de Madri; um exemplo menos contagiante: Um jornalista filmando em algum deserto. Pouco importa o local e o evento, o que penso é: “ quando presenciarei aquele mesmo céu que está sobre o indivíduo, aquele local, longe de onde estou, quando?” Isto foi um pouco complicado, imagino, mas o ponto é simples; quantas vezes nós perguntamos a nós mesmos “quando será minha vez de fazer isto? Ou aquilo?”. É o tempo desafiando-nos, talvez devemos fazer o mesmo. Muitos o fazem. Acho que viajei um pouco neste parágrafo.

Vejo meu trabalho, e o dos outros. É isso que quero mesmo pra mim? Isto é normal? Não considero. Trabalho muito mais da metade de minha vida, quando estiver isento disto, estarei velho e não haverá toda essa energia em mim. Mas sem trabalho, não vivo. É um circulo de vícios, idiota, necessário.

Enquanto isso, contemplaremos pensamentos alheios e refletindo com nós mesmos metas e aquisições. Sem arrependimentos, óbvio. Esperando, a chegada dos dias de glória que nos trarão lembranças eternas. Até que “apodreceremos”, como o resto do mundo, como bilhões e bilhões e mais bilhões de pessoas nos confins do tempo. O que podemos deixar contra esta rapidez, são apenas memórias, templos e pensamentos.

Há um velho provérbio árabe que faz referência as pirâmides :

[O] Homem teme [o] Tempo, [e] ainda [o] tempo teme as Pirâmides”

O homem teme o tempo, e ainda o tempo teme as pirâmides. Nunca ouvi mais intenso.

Os egípcios, filósofos, escritores, músicos e intelectuais já fizeram grandes dissertações sobre o tempo, o fato é que lentamente somos devorados por este até nosso fim, para alguns, um começo, para outros, o arremate. Cabe a nós pensarmos em ser produtivos diante de um mal tão magnífico como este. O tempo.

Agora sou jovem, no futuro não.

O escritor israelense Amon Oz  compreende o envelhecimento , diferente dos modernos que contemplam a “juventude em pílula” . Em um de seus livros, não estou certo qual,  ao falar de uma vida no deserto, faz uma sugestão:  Vá ao deserto, sozinho. Contemple um pôr do sol com um papel e caneta e escreva o básico: “O que se estou sentindo neste momento? quais são as minhas impressões?”. Muitos anos depois você retorna, e repete o ato. Um belo dia, análise os seus dois relatórios, e veja sua percepção antes e depois. Há quem diga que isto ajuda a conhecer melhor você mesmo. Caso contrario, é uma boa forma de verificar amadurecimento, jovens são espontâneos, explosivos, criativos; já os idosos, são pragmáticos, ponderados e mais eloqüentes.

Devemos aceitar o tempo. Hoje não parece um grande desafio, porém, num futuro distante…

Aproveite bem o resto de seu tempo….

Acho muito interessante a variedade de formatos de anúncios publicitários que hoje existem por ai, são muitos! Temos centenas de formatos: na internet, outdoor (não em São Paulo, é claro),  impressos,  televisivos, mala-direta, ações, etc. Realmente, são muitos mesmo, no duro! Eu, como estudante de publicidade e propaganda,  possuo uma peculiaridade com o tipo de  anúncio All Type, estes anúncios são isento de imagens, somente escrita (o nome diz tudo, All type = Tudo Digitado, néam?).

Você sabia que o título corresponde a mais de 50% do impacto do anúncio? Isto sem contar a assinatura, que também gera grande repercussão, principalmente quando vira jargão (ex. Se é bayer é bom/ Quem come um pede “Bis” / Tomou Doril, a dor sumiu! ).

É impressionante vermos até onde vai a conciliação da literatura e da propaganda! Muitos podem pensar que é pura patetice,  mas eu discordo absolutamente.

Um bom redator deve ser provido de bom repertório literário e cultural, não há dúvidas!

No entanto, o mesmo não deve pensar como um escritor ou crítico cultural quando estiver em processo de criação, já que os anúncios são para o público, não para si mesmo. O público pode não pensar da mesma forma que o redator.

Como estamos falando de Redação Publicitária, seguem alguns anúncios All Type que fiz para um trabalho de faculdade. O produto é o anti-céptico Listerine. Os anúncios anúncios podem ser adaptados para todos os formatos impressos, dependendo do budget ou o gosto do cliente.

É legal ver como uma boa idéia pode desenvolver inúmeros anúncios e formatos diferentes, sem mudar o tema. Uma vez que o insight é determinado, basta montarmos as peças, quantas forem necessárias.

Ps. Eu não sou da área de criação (mac, photoshop…etc) portanto….desconsiderem os erros de formatação

(1)

(2)
(3)

(4)

(5)

(6)

(7)

Obrigado pela Atenção!